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Seguro de R$ 3,50 cobre morte por bala perdida
Nova cobertura já é oferecida na Rocinha e a partir de março chegará em todo o País
Seguro de R$ 3,50 cobre morte por bala perdida

Rio - Alívio na pior hora. Essa é a promessa do seguro Primeira Proteção que o Bradesco vende desde o começo de fevereiro para proteger a família de quem morre por bala perdida e acidentes de trânsito e doméstico. Oferecido em teste na agência da Rocinha, o seguro custa apenas R$ 3,50 ao mês e paga R$ 20 mil. Cerca de 330 pessoas já compraram a ideia para se precaver.

“Pelo preço de um café, a pessoa pode se proteger. A comunidade está cheia de empreendedores informais, como motoqueiros, por exemplo. Eles passam 10, 12 horas transportando passageiros e, com esse valor, podem ter uma garantia a mais”, elogia Sergio Almeida, dono da Pizza Lit, que existe há 13 anos. “Acreditar na capacidade do povão, no trabalho é a melhor estratégia para crescer. Tem muito mercado para seguros baratos”, diz o empresário, que pensa em aderir ao novo serviço.

O Primeira Proteção está em teste e será levado para todo o País a partir de março. Além do seguro, o Bradesco oferece para quem aderir sorteios mensais de R$ 20 mil. “As pessoas têm percepção de que pode acontecer com qualquer um. Já o conceito de morte é mais distante”, explica Eugênio Velasques, diretor da Bradesco Vida e Previdência.

O lançamento permite ao Bradesco conhecer melhor o público das classes C, D e E. Para Alexandre Penner, diretor técnico da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que regula o setor, o importante é incluir no sistema financeiro quem está excluído.

“Cem milhões de pessoas poderão ter mais garantia. A morte de alguém da família pode dar um grande baque na situação econômica. O microsseguro tenta amenizar isso”, afirma. Segundo o Instituto de segurança Pública (ISP), o Estado teve 143 casos de bala perdida de janeiro a setembro de 2009.

Opções que cabem no bolso

Enquanto o governo discute as regras para o microsseguro, os bancos tateiam o mercado. Alexandre Penner, da Susep, aponta que alguns já fazem sucesso, como o auxílio-funeral da Sinaf, e a garantia estendida oferecida em parceria com redes de varejo.

O Bradesco planeja lançar seguro de vida com auxílio funeral e proteção para residências sem comprovação de renda. “O Brasil tem mais de 16 milhões de residências da classe C. É um potencial imenso e uma garantia para famílias”, diz Eugênio Velasques, do Bradesco.

O Banco do Brasil também tem produtos para esse público. O seguro Vida é para quem ganha até R$ 2 mil e custa R$ 6,49 por mês para proteger em caso de morte natural ou por acidente. O banco possui linha de proteção por R$ 4,99 que cobre motoristas, viagem, informática e família com serviços de assistência emergencial.



Fonte: O Dia Online
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