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Onze favelas do Rio de Janeiro entram na fila do PAC 2
Pelo menos mais 11 comunidades ou complexos de favelas do Rio, além das já beneficiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), têm projetos de urbanização e infraestrutura prontos ou semiprontos para entrar na fila dos recursos do PAC 2
Onze favelas do Rio de Janeiro entram na fila do PAC 2

Cidade de Deus e Rio das Pedras (Jacarepaguá), Complexo da Penha, Morros Chapéu Mangueira e da Babilônia (Leme), Jardim Batan - na foto (Realengo), Complexo do Lins, Jacarezinho, Juramento (Vicente de Carvalho), Complexo da Tijuca e Kelson (Penha) concorrem a fatia do R$ 1,59 trilhão anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os projetos serão entregues à União até junho.

“Não é para fazer cosquinha. São intervenções com a preocupação de elevar a autoestima dos moradores, gerando aumento de renda, estimulando o comércio e mudando a cara das comunidades. Não sei quanto recurso vem, mas os projetos já estão prontos”, disse o presidente da Empresa Estadual de Obras Públicas (Emop), Icaro Moreno.

Segundo ele, a expectativa é de que o estado receba cerca de R$ 3,5 bilhões. Além das novas áreas, também serão contemplados Complexo do Alemão, Manguinhos, Rocinha e Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, cujas obras do PAC 1 estão em andamento desde 2007 e deverão estar concluídas em dezembro. Ainda falta concluir as 5 estações do teleférico do Alemão, o elevador panorâmico no Cantagalo, a elevação da via férrea em Manguinhos e a passarela projetada por Oscar Niemeyer, na Rocinha, entre outras.

Também no PAC 2, o Ministério da Justiça vai investir R$ 202,575 milhões no Rio, em postos de polícia comunitária, espécie de versão reduzida das UPPs, e espaços integrados para jovens.

Planos de transformação

Complexo da Penha – R$ 700 MILHÕES

Uma ‘praçarela’ com cerca de 1 km será construída por cima da linha férrea da estação de trem da Penha para ligar os dois lados do bairro, cercado por favelas. No local, será construído um centro cultural, com museu e cinema a céu aberto.

Complexo do Lins – R$ 600 MILHÕES

Três elevadores panorâmicos, auxiliados por passarelas, farão o acesso às favelas da Cachoeira, Cachoeirinha e Morro do Amor (entre outras). Atualmente só há escada. O projeto é parecido com o do Complexo do Alemão, substituindo o teleférico por elevadores.

Rocinha – R$ 340 MIL

Serão construídos uma rua paralela à Estrada da Gávea para desafogar o trânsito na via e mais dois planos inclinados.

Complexo do Alemão – R$ 400 MIL

A partir da inauguração das cinco estações do teleférico do Alemão, elas passarão a funcionar como um polo atrativo da comunidade. A ideia é urbanizar o entorno, desapropriando cerca de 1.500 casas para a construção de novas unidades habitacionais e ruas de acesso.

Favela de Manguinhos - R$ 300 MIL

Moradores das comunidades da Conab e João Goulart, de risco, serão realocados para a transformação do local em áreas de lazer, com quadras de esporte. Cerca de 1.500 residências serão desapropriadas.



Fonte: Com informações de O Dia / Foto: A seleção do Batam: aulas de futebol e cidadania. (divulgação UPP Batam) - Foto: Ricardo França
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